quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

A PARABOLA DAS 10 VIRGENS


Nela, dez virgens, cinco loucas e cinco prudentes, saem ao encontro do esposo. Cada uma, leva consigo, uma lâmpada acesa. O esposo, demora a chegar. As lâmpadas das loucas, se apagam. Se afastam das prudentes, em busca de adquirirem azeite. Ao retornarem, o esposo havia acolhido as cinco virgens prudentes, deixando-as de fora: "Não vos conheço" Mt 25: 1-13.



O Esposo: É Cristo. Sua chegada, representa as bodas do Cordeiro, a segunda vinda à terra: Regozijemo-nos e alegremo-nos, e demos-lhe glória, porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou" Ap 19:7.

Virgens: Representam a esposa, a igreja: "Porque estou zeloso de vós, com zelo de Deus; porque vos tenho preparado para vos apresentar como virgem pura a um marido, a saber, a Cristo" IICor 11:3.
Lâmpadas: Representam a vida, o espírito: "E a seu filho darei uma tribo: Para que Davi, meu servo, sempre tenha uma lâmpada diante de mim em Jerusalém, a cidade que escolhi para por ali o meu nome" I Reis 11:36.

O Azeite: É O Espírito Santo de Deus. A Unção que mantêm acessa a lâmpada: " Tu, pois, ordenarás aos filhos de Israel que te tragam azeite puro de oliveira, batido, para o candeeiro, para fazer arder as lâmpadas continuamente" Êxodo 27:20.

Virgens Loucas: Ao partirem ao encontro do esposo, carregavam lâmpadas acesas. Tinham azeite. Com a demora do esposo, suas lâmpadas apagaram (v8). Não tiveram suprimento suficiente para evitar a "morte" da lâmpada. Esse grupo de virgens, representa, os que dizem seguir a Cristo, porém, não O obedecem: "E aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica, compará-lo-ei ao homem louco..." Mt 7:26.


Essas virgens, usavam aliança de noivado, porém, traíam O Esposo. O relacionamento para com Ele, não era fiel e verdadeiro. Começaram com azeite, mas, não se esforçaram em mantê-lo até o casamento.

Em Busca de Azeite:"Dai-nos vosso azeite, porque nossas lâmpadas se apagam" (v8). As prudentes, se negaram a dividir o azeite: "Vão comprar" (v9). As loucas, esperavam ser salvas, com azeite alheio. Sem esforço. Mas, azeite, não é fácil, nem barato. Existe todo um processo para sua obtenção. A negação das prudentes, tem um significado muito especial e não é mesquinho: "Salvação é individual" Rm 14:12: "Cada um dará conta de si mesmo a Deus".

Uma compra, exige valor monetário. Adquirido com trabalho. As virgens prudentes, trabalharam diligentemente para se suprirem Estavam prontas para casamento. As loucas, queriam, a festa, não o esforço. Mantiveram o foco, no lado fácil do Cristianismo. Se acomodaram.


"E, tendo elas ido comprá-lo, chegou o esposo. Senhor, Senhor, abre-nos a porta. Não vos conheço" (vs 10, 11, 12). Quando Jesus disse:"Buscai o Reino" Mt 6:33, essa busca, deve ser diária. O distanciamento de Deus, leva ao pecado, é "luz apagada".


Virgens Prudentes: "Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente..." Mt 7:24. As virgens, prudentes, obedeciam O Cordeiro. Por isso, tinham azeite suficiente para uma possível demora. Imagino-as, carregando um frasco, bem protegido, em uma bolsa a tiracolo, para não perder, nem quebrar.


Estavam mais interessadas em encontrar O Noivo, não em agradar suas colegas loucas. Negaram azeite para elas. Se nós, nos importamos em fazer apenas a vontade dos homens, estaremos desagradando a Deus. Perdendo azeite: "Não seja o caso que nos falte a nos e a vós" (v9). Ou seja, "escolhemos a Cristo". Já lhe convidaram a dividir azeite? Não é o mesmo que multiplicar.Se todas as prudentes, dividissem o azeite com as loucas, em pouco tempo, todas estariam no escuro. Todas, fora das bodas. Dividir azeite, aqui, significa fazer a vontade do mundo.


Quando o azeite acaba: Precisamos escolher em que grupo queremos estar: No das loucas, ou das prudentes. Se nos acomodarmos ao pouco azeite, não buscarmos abastecimento constante, morreremos. Foi assim com Adão e Eva. Começaram a vida, no Edén, cheios de azeite. Suas lâmpadas, brilhavam intensamente, até o dia que escolheram amar mais o mundo que a Deus. Resultado? trevas, lâmpadas apagadas(Gn. cap.3). Saul foi outro. Começou com azeite e terminou sem. O Espírito Santo de Deus, o deixou. A lâmpada, apagou. Homem louco (I Samuel 16:14).


Se suprindo de azeite: A Bíblia nos diz: "Hoje é o dia para o arrependimento" (Hb 3:15). Nós sabemos quando estamos ou não, supridos de azeite. As virgens loucas, sabiam. Resolveram arriscar. Não olhemos para a lâmpada alheia, achando que ela irá nos salvar. Adquiramos nosso próprio azeite: Arrependimento, confissão, obediência, comunhão. Assim, a luz não se apagará.


Alcançar o reino, exige sacrifício, renúncia, cravos e espinhos, chagas e cicatrizes. O Reino, não é só festa. "Porque o Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, paz, e alegria no Espírito Santo". Rm 14:17. Por fim, é na vigilância que se encontra o segredo para a consolidação do casamento: "Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora em que o Filho do Homem há de vir" Mt 25:13.


Citações: Bíblia Sagrada, Almeida: J. F., Corrigida e Revisada, SB

O PARALITICO DE BETESDA


Já ouvi muitas pregações sobre o homem, próximo ao tanque de Betesda, que a trinta e oito anos se achava enfermo. Confesso, é difícil ouvir algo de novo sobre a passagem Bíblica em questão. É claro, mesmo que não haja renovações na interpretação, há sempre renovo na pregação. A Palavra, nunca volta vazia(Is 55:11)

 
Procurei realizar uma abordagem inédita. Pelo menos para mim o é. Para alguns pode não ser, o importante, contudo, é que traga edificação para os que lerem. É o que desejo em Cristo Jesus.

 
"Perguntaram-lhe, pois: Quem é o homem que te disse: Toma a tua cama e anda? E o que fora curado não sabia quem era, porque Jesus se havia retirado, em razão de naquele lugar haver grande multidão" (João 5:12,13)

 
O homem, deitado sobre o leito, entre a multidão em Betesda, era solitário. Cheirava mal, a muitos dias sem banho, para muitos, desprezível. Tinha dificuldades de sociabilização, não conseguia ver além de sua enfermidade. Por toda vida se recusara a superar as limitações causadas pela deficiência.


Não tinha amigos, sua conversa girava sempre em torno de si mesmo e de como era miserável. Não dava atenção às pessoas, mas queiria atenção de todos. se frustrava, pois não conseguia.


Uma prova incontestável de sua apatia para com o próximo pode ser vista em seu encontro com Jesus. Jesus sentiu compaixão dele, se abaixou para olhar bem nos seus olhos e o curou. Ele sequer sabia quem tinha feito tamanho milagre, qual o nome da pessoa.

 
"Perguntaram-lhe, pois: Quem é o homem que te disse: Toma a tua cama e anda? E o que fora curado não sabia quem era, porque Jesus se havia retirado, em razão de naquele lugar haver grande multidão"(João 5:13,14)


Por mais apressado que tenha sido o encontro, pela grandeza de Jesus para com ele, o mínimo que poderia ter feito seria perguntar: Quem és? Mas não o fez. Por quê? Só enxergava a si mesmo. Se achava um coitado, merecedor de pena.

 
Vítima ou Vencedor?


"Não há ventos favoráveis para quem não sabe para onde vai" (Guillarme D'orange). O homem vitima, estaciona em um porto sombrio da vida. Sem própositos, sem alvos, sem a alegria que transforma. Está a alguns metros do milagre mas não consegue alcança-lo, é pesaroso o esforço.


"Levanta-te, toma tua cama e anda" (João 5:8)

 
As palavras de Jesus, pretenderam despertá-lo para a vida. "Vamos, pare de se lamentar, saia do triste lugar em que se encontra".


Pessoas reagem diferentemente umas das outras em situações semelhantes. Vejamos um exemplo:


Em Cafarnaum, existia um paralítico. Também vivia em uma cama, só que, ao contrário do de Betesda, tinha muitos amigos. Sua alegria e maneira de encarar o problema motivava as pessoas. Seus amigos fizeram verdadeiras "estripulias" para levá-lo até Jesus.


Subiram com ele até o telhado da casa onde Jesus estava, e por entre as telhas desceram sua cama para que jesus pudesse vê-lo. Havia uma multidão! Foram muitas dificuldades! Mas ele não lamentava, pelo contrário, até sorria da situação.


" E vendo-lhes a fé, Jesus disse ao paralítico:Homem, os teus pecados te são perdoados". Lc 5:20. Seus amigos lhe proporcionaram a cura. O paralítico de Cafarnaum, vivia além de suas limitações.O que marcara sua vida era justamente a superação.


Como estamos reagindo aos problemas? Igual ao paralítico de Betesda ou ao de Cafarnaum?


A transformação do paralítico de Betesda


Aquele homem jamais seria o mesmo após seu encontro com o mestre Jesus."Depois, Jesus encontrou-o no templo"(João 5:15). O que ele fazia no templo? Procurava por Jesus.Agora, ele tinha vida social, própositos. Queiria conhecer quem o curara. " E aquele homem foi e anunciou aos judeus que Jesus era o que o curara"(João 5:15). O lamentador tornara-se agora, portador de boas novas! Quanta diferença! Queria que todos conhecessem o Mestre, se interessava pelas pessoas, que transformação!


Vinde a mim, disse Jesus.

 
Jesus veio para os de Betesda e os de Cafarnaum.Veio para todos, os cansados e oprimidos. Somente Ele é capaz de lhe ver entre a multidão. Somente Ele sabe o que aflige cada alma.


Não importa de que forma chegamos até Ele: Como fracassados solitários, cansados de desprezo,carregado por outros, Ele É O Mesmo e tudo que quer é lhe ver feliz.Não espere que Betesda vá até você, ela não irá. Escute a Jesus e com certeza o milagre chegará.



O Tanque de Betesda



O Evangelho descreve a piscina como tendo cinco porticos: " Ora, em Jerusalém há próximo à Porta das Ovelhas, um tanque chamado Betesda, o qual tem cinco alpendres" Jo 5:2.

 
As piscinas foram descobertas pelos Padres Brancos durante umas escavações em terrenos pertencentes à igreja de S. Ana. A maior das piscinas ( Ou tanques) media 100 metros de cumprimento e 60 de largura, com uma profundidade de cerca de 10 metros. Pórticos hipostilos rodeavam toda a piscina e foi mesmo construída uma grande ponte.


Sobre o Tanque de Betesda, Fonte: Viagem Na Terra Santa, pg 102.

NA CAVERNA DE ADULÃO


"Então, Davi se retirou dali e se escapou para a Caverna de Adulão..."I Sm 22: 1



Oficialmente, Saul reinava em Israel, era o rei, escolhido pelo povo. Sem o conhecimento de Saul, o profeta Samuel, ungiu Davi como rei. Um rei, escolhido por Deus. Saul em declínio por desobedecer a Deus. Davi, em ascenção: Querido por todos adquirindo fama e confiança, principalmente, após derrotar o gigante Golias. As mulheres, em Israel, cantavam, sem segredos: "Saul feriu os seus milhares, porém Davi os seus dez milhares" I Sm 18:7. Movido por ciúmes e inveja, Saul começa a perseguir Davi para matá-lo. Temeroso, o matador de gigantes, se refugia em Adulão

A Caverna de Adulão, se situa no Vale de Elah ou Vale do Carvalho (I Sm 17:2). É um complexo de corredores muito extenso, ainda não explorado totalmente pela arqueologia. Adulão, significa: "Justiça do povo".

Ao chegar na caverna, Davi, atrai familiares e mais 400 homens "que se achavam em aperto, endividados, e de espírito desgostoso" (v2). O homem que procurava refúgio, agora, fortalecia a muitos. Adulão, portanto é lugar de refúgio e fortaleza.

Os 400 homens, que se juntaram ali, estavam insatisfeitos com o governo de Saul. Procuravam mudanças. Encontraram um líder, segundo o coração de Deus, capaz de lhes mostrar soluções. Na caverna, súditos e rei, enfrentavam problemas. Um líder, se identificando com o povo. Adulão é lugar de igualdade.

Certamente, na caverna, os "perseguidos", puderam ouvir Salmos de louvor. Orações de dia e de madrugada. Ações de graça ao Senhor. Nesse ambiente, passaram a intensificar a fé, se aprofundar na busca. Adulão, é lugar de transformação.

Um exército de "derrotados", ouvindo de seu líder, estratégias de "como vencer gigantes". Aprendendo a diminuir, para que Deus se tornasse grande. Confrontados, a batalhar em Queila, disseram: "Estamos com medo". Deus lhes disse: Levanta-te, desce a Queila, porque te dou os filisteus na tua mão" I Sm 23:4. Adulão é lugar de recompensa.

Chegada a hora, de deixar a caverna. O profeta Gade, lhes falou: "Não fiques, naquele lugar forte; vai e entra na terra de Judá" I Sm 22: 4. Adulão é lugar de passagem. Passaremos por "Adulão", talvez poucas ou muitas vezes, contudo, chegará o dia de "entrar em Judá". Foi no auge da perseguição de Saul, que Davi narrou o Salmo 18 e no verso 19, lê-se: "Trouxe-me para um lugar espaçoso, livrou-me, porque tinha prazer em mim". Saindo da opressão, para a vitória.

Davi, escolheu se refugiar a confrontar. Tem situações em nossas vidas, que precisamos recuar. "Entrar em Adulão" para que Deus cumpra a sua justiça. Ela não deve vir de nossas mãos. "Porque a ira do homem não opera a justiça de Deus" Tg 1:20. Lugar de justiça.

Em adulão, houve cura, milagre. Que essa lição, esteja gravada em nosso coração, e possamos, sempre que necessário, "entrar em Adulão". Cristo é como Davi, na caverna. A ele, se juntou sedentos por transformação, foram recebidos, sem criticas, mas, com alegria no coração. Cristo nos diz: "Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei" Mt 11:28. Se refugie em Adulão.
Foi consultado estudo do Rev Martinho Lutero (uso autorizado) com inserção de texto de minha autoria. Referência: Bíblia Sagrada, Almeida. J. F, Corrigida e Revisada SBTB.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

O VASO NAS MÃOS DO OLEIRO


No livro de Jeremias, Capitulo 18, Deus conduz o profeta a visitar uma olaria e observar o trabalho de um oleiro. A visão do profeta, serviria de mensagem para toda nação de Israel: Deus, O Oleiro. Israel, o barro. A roda do oleiro, o tempo. A voz de Deus, foi audível, naquele lugar. O trabalho dos oleiros, na confecção de vasos de barro, nunca mudou. É o mesmo, através dos séculos. A mensagem, portanto, a ser transmitida, permanece. O que Deus, nos fala através dessa metáfora?

O Barro: Em seu estado bruto, não serve para manuseio, na roda de oleiro. Precisa, passar por todo um processo, se tornar elástico, para modelagem: Colhe-se o barro, penera, mistura com água, deixa de molho (para livrar das impurezas) e é pisado até sair todas as bolhas de ar(enfraquecem o vaso na hora de passar pelo forno). No forno, o barro, enfim, se torna mais resistente.

O Vaso: Do barro fomos criados (Gn 2:7) e ao barro tornaremos (Ec 12:7). Vivemos, portanto, para o objetivo de sermos levados "a casa do Oleiro". Um digno destino. A olaria, simboliza, o Reino de Deus.

Algumas porções de barro, se tornam, "vasos de honra" (II Tm 2:21). Carregam tesouros (IICor 4:7). Algumas, vasos de desonra (Rm 9:21): Passaram pelo Oleiro, porém, estão a carregar coisas impuras, ilícitas, produtos de roubo, morte e destruição. Relaciono estes, aos apostatas, pessoas que deixaram "o primeiro amor", no afã de se tornarem, servos de Mamon. Vasos de desonra.

Ainda existe, um terceiro e triste destino para um vaso: ser quebrado. "...Deste modo quebrarei eu a este povo, e a esta cidade, como se quebra o vaso do oleiro, que não pode mais refazer-se..." Jr 19: 11. A quebra do vaso, pelas mãos de Jeremias, tinha o propósito de alertar as pessoas de seus graves pecados. Simbolizava julgamento. Israel, passara, de vaso de honra, para desonra e por fim seria destruída. A utilidade (ou inutilidade) do vaso, define sua longevidade. Que tipo de vaso, estamos sendo?

O ser humano, pecador, cheio de impurezas, barro, no estado bruto, chega a "Olaria" para ser trabalhado. Somos escolhidos (At 9:15), purificados (Jo 17:17), provados (Sl 11:5) e aprovados (IITm 2:15).

O Oleiro: Com destreza e paciência, molda o barro, que, na roda de oleiro, é totalmente dependente D'Ele. Se deixa moldar. Se, ao tomar forma de vaso, o barro, se despedaçar, O Oleiro, torna a juntar a massa e faz outro vaso, ainda melhor. Ele não abandona o vaso, despedaçado em suas mãos.

Deus, anseia que entremos na olaria, no Seu Reino. Só assim o barro ganha forma. Um material, pobre e fácil, tornado excelente. "Temos, porém, esse tesouro em vasos de barro para que a excelência do conhecimento seja de Deus e não de nós" II Cor 4:7. Um paradoxo: Seres humanos, frágeis, tornando-se instrumentos nas mãos de Deus.E nesse processo, Ele perdoa, a todo que se fizer servo. Ele revigora as forças do abatido, animando-o a prosseguir. Como o vaso, que quebra na roda de moldar e recebe nova vida.

Que Deus em Cristo, nos faça recordar, sempre, que eramos barro, destinados a perdição: Arrastados pela água, ressecados pelo sol, levados pelo vento. O Oleiro, nos recolheu. Entregues em suas mãos, nos tornamos vasos. Moldados para o serviço. Louvado seja O Oleiro!


Fonte:Bíblia de Estudo Plenitude, Almeida J.F. Edição Revista e Corrigida 1995, SBB.

O FILHO DA VIUVA DE NAIM


No Evangelho de Lucas, capítulo sete (11a17), encontra-se o relato de uma ressureição, feita por Jesus. O cortejo, já estava a caminho do cemitério. Tratava-se do sepultamento de um jovem, filho único, de uma viúva, chamada apenas de : "viúva de Naim". Naim, era a cidade de nascimento da viúva. Esta cidade Israelense, ainda existe nos dias de hoje, com o mesmo nome. É uma pequena vila, muito pobre, habitada por árabes muçulmanos. Fica a 7km do Monte Tabor, no sopé do monte.


Jesus, ao chegar em Naim, encontrou a triste cena: A viúva, chorando, a perda do filho e uma multidão, a acompanhando. Imagino a comoção. As pessoas não iam em silêncio, mas lamentando. Palavras de dor e muitas lágrimas. Uma outra multidão, acompanhava Jesus. Eram seus discípulos, e pessoas ávidas por milagres (v11 e 12).

Enquanto Jesus e seus discípulos, entravam na cidade, o cortejo, saía. O encontro, acontece na "porta da cidade" (v11). A morte, encontra a vida. "E vendo-a, o Senhor moveu-se de íntima compaixão por ela, e disse-lhe: Não chores. E, chegando-se, tocou o esquife (e os que o levavam pararam), e disse: Jovem, a ti te digo: Levanta-te, E o defunto assentou-se, e começou a falar"(v13 e 14).

A atitude de Jesus, para com a viúva, representa compromisso, envolvimento. Como se Ele, penetrasse no âmago do ser, daquela mulher, captando toda sua tristeza, sendo movido por ela. O jovem, era levado. Pessoas, seguravam seu esquife. Bastou uma palavra do Mestre, para que voltasse a vida. Sei que muitas mães, têm chorado por seus filhos. Mães, que sofrem, como a viúva de Naim. Seus filhos, estão "sendo levados" pelos enganos do mundo. Estão mortos, em pecado. Os que "seguram o esquife do caixão", só o conduzem a destruição. Jesus, tem a resposta.



Ele se compadece das mães, que choram, que anseiam por vida na família. Jesus, poderia nem ter percebido o sofrimento da mulher. Afinal, já tinha uma multidão de pessoas o seguindo, dependendo de Sua atenção. Mas não! Ele voltou os olhos para quem vinha em sentido contrário, porém, com o mesmo desejo de milagre dos que O seguiam. Creio, que após a ressureição, do jovem, a multidão que era dividiva entre: Os que saíam de Naim e os que entravam, se unificou. O cortejo, deu meia volta. Todos, passaram a seguir Jesus.

Ele tem prazer na transformação. Deseja mudar o rumo dos "cortejos" que nos fazem chorar de tristeza. Não há nada que resista a Sua Palavra. O milagre aconteceu a caminho do cemitério. Lazáro, já estava no túmulo! Mas, Ele veio! Ele veio! E por que veio? Porque foi desejado, acreditado. Que assim seja para os que "estão saindo de Naim". Ele não os desamparará.

"Se alguém me servir, meu Pai o honrará" João 12:26.




Cidade de Naim
Referências: Bíblia Sagrada, Almeida J.F.,Corrigida e Revisada,SBTB. Evangelho de Lucas.

A VISÃO DA AMENDOEIRA


"Ainda veio a mim a Palavra do Senhor, dizendo: Que é que vês Jeremias? E eu disse: Vejo uma vara de amendoeira. E disse-me o Senhor: Viste bem; porque eu velo sobre a minha Palavra para a cumprir" (Jeremias 1:11,12).




Porque Deus mostrou uma amendoeira a Jeremias? Qual o significado da visão?



A amendoeira é considerada a "despertadora" no pensamento hebraico, visto que de todas as árvores ela é a que floresce mais cedo, muito atenta a oportunidade de florir. As amendoeiras também têem grande capacidade de regeneração não necessitando de podas. A cada ano elas morrem e renascem esplêndidamente tornando-se completamente floridas.

Da mesma forma que a amendoeira se comporta, sendo atenta a capacidade de renascer, de florir, Deus se comporta para com o seu povo. Ele está atento, vigilante, de sentinela para no momento certo cumprir a sua Palavra. Ali onde parece não haver vida, tal qual a amendoeira


tudo volta a florir com mais beleza ainda.

. a amendoeira tem outra caracteristica interessante, todas as outras avores podem falhar, mas a amendoeirar jamais falha, assim como a palavra do Senhor, ela é infalivel!



A vara de amendoeira tem tembem a capacidade de gerar duas flores numa unica vara, uma rosa e outra branca, uma é doce e a outra amarga, assim como a nossa vida. temos sempre duas historias pra contar uma triste e outra amarga!


Mas a flor branca que é a amarga, se n[ós a mastigar-mos vamos perceber que no final ela tem um gosto de azeite!




                                  Que a sua vida possa ser edificada com essa menssagem.

OURO ICENSSO E MIRRA


A palavra Natal, significa nascimento, do latim: Natalis, no sentido de "ser posto no mundo". Muitas pessoas, foram postas no mundo. Apenas uma perpétuou seu nascimento, Jesus. Ele foi o bebê mais ilustre de toda face da terra, seu nascimento até dividiu a história: Antes de Cristo (a.c) e Depois de Cristo (d.c).

É bem verdade que muitos não descobriram ainda o real sentido da data e comemoram-na de forma consumista e desumana. Desumana porque: Papai Noel não veio para todos. Muitas crianças têm-no ainda como uma fábula bem distante de sua realidade. Enquanto muitas famílias banqueteam, outras não teem sequer um pedaço de pão. A dramaticidade do dia a dia, se torna mais latente. Poderíamos, então dizer que o Natal não é para todos? De forma alguma!
Natal, não se vive apenas em uma determinada época do ano, mas o ano inteiro. Ele, é Cristo Jesus, reinando no coração dos homens de bem. Homens, que são como aqueles reis magos que presentearam a Jesus. Reconhecendo-O como Rei dos reis. Que em suas ofertas revelaram o ato profético da ascensão do Salvador. Na representação do ouro, do incenso e da mirra, o nascimento, a morte e a ressureição de Cristo. A símbologia, profética, deve ser uma constante em nossas vidas. Devemos oferta-la diariamente aos nossos semelhantes. Sim, porque nestes elementos estão traduzidos o amor. Do homem para com Deus e de Deus para com o homem.
De que forma, poderemos ofertar a Cristo, ouro, incenso e mirra? Como ofertar ao mundo?

O ouro, traduz realeza e pureza: "Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz" (Pe 2:9). Ao anunciar a Salvação somos ouro. Ao reluzirmos, sendo luz para a escuridão, somos ouro. Somos, preciosos tesouro ao distribuir as riquezas escondidas em Cristo Jesus, de forma voluntária. Por amor. sem nada cobrar. É oferta de ouro.


O Incenso, representa o aroma agradável diante de Deus. Os vapores de incenso eram considerados símbolos de oração "Suba a minha oração perante ti como incenso, e as minhas mãos levantadas sejam como o sacrifício da tarde".(Sl 141:2)
Mirra: Existe uma àrvore chamada mirra. Quando ferida (em seu tronco), ela produz uma substância perfumada. Representa a dor e o sofrimento, vividos por Jesus, na cruz."Mas Ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e, pelas suas pisaduras, fomos sarados" (Is 53:5). A árvore, marcada pela dor, é a mesma que irá curar feridas. A substância, chamada mirra, serve de remédio para aliviar doentes. É como um bálsamo. Existem cristãos que podem ser comparados a esta mirra. Têm um perfume tão precioso, que se tornam alvos de "caçadores" impiedosos. São perseguidos e feridos. Ainda assim, e justamente nesta "raspagem de tronco", é que exalam o perfume de Cristo. Retribuem com amor, aos que lhes causam dor.
Natal é tempo de festa, de alegria, ofertemos ouro, incenso e mirra e louvemos a Jesus porque Ele É o Salvador.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

O MAGICO

Atos 13. 4-....
4 E assim estes, enviados pelo Espírito Santo, desceram a Selêucia e dali navegaram para Chipre.

 
5 E, chegados a Salamina, anunciavam a palavra de Deus nas sinagogas dos judeus; e tinham também a João como cooperador.

 
6 E, havendo atravessado a ilha até Pafos, acharam um certo judeu mágico, falso profeta, chamado Barjesus,

 
7 O qual estava com o procônsul Sérgio Paulo, homem prudente. Este, chamando a si Barnabé e Saulo, procurava muito ouvir a palavra de Deus.

 
8 Mas resistia-lhes Elimas, o encantador (porque assim se interpreta o seu nome), procurando apartar da fé o procônsul.

 
9 Todavia Saulo, que também se chama Paulo, cheio do Espírito Santo, e fixando os olhos nele,

 

10 Disse: O filho do diabo, cheio de todo o engano e de toda a malícia, inimigo de toda a justiça, não cessarás de perturbar os retos caminhos do Senhor?

 
11 Eis aí, pois, agora contra ti a mão do Senhor, e ficarás cego, sem ver o sol por algum tempo. E no mesmo instante a escuridão e as trevas caíram sobre ele e, andando à roda, buscava a quem o guiasse pela mão.

12 Então o procônsul, vendo o que havia acontecido, creu, maravilhado da doutrina do Senhor.

Barbabé e Saulo fazem a sua primeira viagem missionária para Chipre. Conduzidos pelo Espírito Santo, ouviram a Sua voz e atentaram para o Seu chamado. Todos nós precisamos aprender a ouvir a voz do Espírito e Deus e obedecer seu chamado. Jesus nos ensinou a ir e pregar as suas palavras. Quando o Espírito Santo nos mostrar que precisamos ir levar o evangelho, não podemos desfalecer, afinal, quem põe e mão no arado olha pra trás? A mulher de Ló ousou olhar para trás e transformou-se em estátua de Sal. Muitos hoje dentro da Igreja de Cristo reclamam de um vida medíocre e cheio de imperfeições como uma estátua, uma vida em Cristo totalmente parada e morta, feito sal. Será que temos obedecido a voz do Senhor? Se atentamente obedecermos e formos justos para com Ele, com certeza jamais seremos desamparados, mas temos promessa de vida e de vitórias, mas precisamos agradá-lo.

A bíblia nos ensina que é melhor serem dois do que um, Paulo pregava a palavra de Deus junto com Barnabé e ainda tinha João como cooperador. Eles nada temiam, anunciavam a palavra de Cristo aos judeus, mesmo sabendo que não iriam ser aceitos. A bíblia nos diz em João 15.19 que “Se vós fósseis do mundo, o mundo amaria o que era seu, mas porque não sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo, por isso é que o mundo vos odeia.”

Paulo, Barnabé e João não se incomodavam se eles rejeitassem a palavra de Deus. João observou estas coisas e escreveu em seu evangelho. Os judeus nunca aceitaram Cristo como filho de Deus, se sentiam aborrecidos e escarneciam o nome do Senhor, não aceitando a palavra que os apóstolos pregavam.

Após terem navegado chegaram a Pafos, logo encontraram um falso profeta Chamado Barjesus ou Elimas e Sérgio Paulo, o procônsul, homem muito prudente. Primeiramente que quem teme ao Senhor não se mistura com hereges. Tudo aquilo que não é por nós é contra nós. Barjesus disfarçava-se de profeta para conquistar o procônsul, este não teve o dicernimento, coisa que precisamos ter de Deus. Dentro da casa do Senhor tem se manisfestado muitos falsos profetas, tentam imitar a Jesus; Se nós repararmos até o seu nome conhecido na cidade de Pafos era disfarce do nome de Jesus. Pessoas tem feito milagres, maravilhas, curas mas não vivem a vida que o Senhor quer, uma vida santa, reta e íntegra. Lá em Mt 7.22 diz: Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? No teu nome não fizemos muitas maravilhas?

O Próprio verso já diz que Elimas era um falso profeta, ou seja, profetizava enganosamente. Muitas pessoas hoje querem atrapalhar seu progresso espiritual, querem impedir seu crescimento em Deus. Cheios do mal inimigos de Deus, rebatem a palavra da verdade, anunciando obras que aos olhos carnais encantam, mas são destruição e morte.

Quando Paulo percebeu a atitude diabólica fixou os olhos em Elimas. Não basta somente estarmos ligados na palavra, precisamos saber de onde provém elas. Será que realmente vem de Deus? Paulo percebeu que não! E repreendendo Barjesus, profetizou que ele ficaria cego, e ficando pedia ajuda as pessoas e todos creram no poder de Deus e se maravilharam.

Esta é a verdadeira obra de Deus, aquela que é manifestada o poder e a glória Dele. Muitos naquela época conheciam as falsas doutrinas e já andavam desconfiados com tanta iniqüidade, foi preciso manifestar-se o poder de Deus para que eles pudessem crer. Creio que o próprio Deus permitiu Elimas atrapalhar aquela obra, para que as pessoas pudessem acreditar e ver que Jesus Cristo é o único Deus.

Precisamos ter a autoridade de Paulo para expulsar tudo que queira nos atrapalhar em crescer na obra de Deus. Até mesmo dentro da nossa igreja, ter a autoridade que Cristo nos concedeu para lançar por terra as pedras de tropeço e os lobos devoradores que disfarçam-se querendo nos confundir. Que o Senhor Jesus venha abrir nossa visão espiritual e que venhamos crescer em graça e conhecimento para que nenhuma doutrina contrária venha querer desfazer nossa novidade de vida.

Mas os crentes estrangeiros são aqueles que aceitaram a Cristo mas tem caso com o diabo, estão dentro da igreja mas não deixaram os costumes do mundo. Barjesus queria desviar a atenção do procônsul pois ele sabia que se este ouvisse, saberia que Elimas estava de engano. É muito melhor quando escolhemos ter a visão dos céus. O procônsul não estava com a sua visão espiritual aberta para saber com quem ele tava andando, apesar dele ser temente a palavra de Deus, estava vivendo como estrangeiro.

Busquemos a perfeição em Cristo. Uma vez morto para o mundo, vivamos somente para Cristo, pois aquele que busca a perfeição livra-se da aparência do mal e não peca. Cuide-se para que você não venha ficar CONFUNDIDO!

Deus vos abençoe.








O ESCRAVO ONESIMO

Escravo do trabalho; fardo pesado; Julgo escarnecedor.


Onésimo: Era um fugitivo da sua terra, lá onde era liderado por um senhor e era Escravizado obedecendo às suas ordens.



Escravos eram tidos como excluídos, humilhados, Miseráveis; Estavam debaixo do racismo e do preconceito, onde somente os senhores seus Podiam dar ordens e eles automatically, os escravos, que tinham recebe-las e fazer cumpri-las, se não fizessem Castigados eram severamente .



Paulo relata essa história na carta à Igreja de Filemom, o pastor era onde Filemom e senhor de escravos.



No verso 11 deste livro, Onésimo era tido como inútil pra aquela igreja, ou naquela localidade - percebe-se que pelo fato dele não ter uma boa base ou doutrina para ajudar na obra, só atrapalhava, tanto que mandaram ele até Paulo, que para instruído fosse assim e doutrinado.Paulo o amou tanta que até mesmo como "dívidas" que Onésimo Poderiam ser colocadas não deixou seu nome, ou seja, Paulo encobriu os erros de 'seu filho' na fé. Agora este inútil para muitos estava de volta à sua congregação muito útil. Com certeza todos poderam perceber a diferença agora transformado em escravo do Senhor.



Antes, humilhado tanto pelo mundo como por sua congregação, agora, muitos por Amado e odiado pelo inferno!



A palavra do Senhor cumpre-se quando diz que não tira munturo o necessitadEscravo do trabalho; fardo pesado; Julgo escarnecedor.


Onésimo era um fugitivo da sua terra, lá onde era liderado por um senhor e era Escravizado obedecendo às suas ordens.



Escravos eram tidos como excluídos, humilhados, Miseráveis; Estavam debaixo do racismo e do preconceito, onde somente os senhores seus Podiam dar ordens e eles automatically, os escravos, que tinham recebe-las e fazer cumpri-las, se não fizessem Castigados eram severamente .



Paulo relata essa história na carta à Igreja de Filemom, o pastor era onde Filemom e senhor de escravos.



No verso 11 deste livro, Onésimo era tido como inútil pra aquela igreja, ou naquela localidade - percebe-se que pelo fato dele não ter uma boa base ou doutrina para ajudar na obra, só atrapalhava, tanto que mandaram ele até Paulo, que para instruído fosse assim e doutrinado.Paulo o amou tanta que até mesmo como "dívidas" que Onésimo Poderiam ser colocadas não deixou seu nome, ou seja, Paulo encobriu os erros de 'seu filho' na fé. Agora este inútil para muitos estava de volta à sua congregação muito útil. Com certeza todos poderam perceber a diferença agora transformado em escravo do Senhor.



Antes, humilhado tanto pelo mundo como por sua congregação, agora, muitos por Amado e odiado pelo inferno!



A palavra do Senhor cumpre-se quando diz que não tira munturo o necessitado e os coloca nenhum meio de Príncipes. Este escravo que era do mundo, agora está restaurado, seguindo ao encontro do Rei. Antes, possuía uma vida negra de Pecados, hoje transformado e estava com uma vida santificada branquinha.



Se o apóstolo Paulo nos ensina um ser seus imitadores, por que não levamos uma libertação uma estes escravos do diabo, um Onesimos estes? Se observarmos o contexto Percebemos que Onésimo foi buscar refúgio na igreja, foi buscar sua libertação e conseguiu mais humilhação; foi expulso por seus líderes pois doutrina Podiam não-lo. Quantos pastores hoje tem suas evelhas perdidos para este mundo? E onde estão os Paulos para libertar estas Evangelho vidas pelo poder fazer?



Para isto fomos Chamados: "Ide e pregai", tenho certeza que Onésimo serviu de exemplo para muitas vidas, saiu da escravidão e teve muita disposição para fazer a vontade de um só Senhor! O Senhor dos senhores! Jesus Cristo! O único Capaz de quebrar qualquer corrente e um escravo Tornar livre eternamente.



Onésimo deixou de dar ordens para Receber; passou de escravo para o senhor, como já havia dito. Agora ele estava por cabeça E pode to claim uma enfermidade que saísse sem nome de Jesus, pôde to claim que soltar Fossem correntes, algemas quebradas Fossem, que pudessem ressuscitar mortos e todo senhorio Satânico ou qualquer Reinado diabólico pudesse bater em retirada.



Filemom pastor como não tinha Autoridade para doutrinar suas ovelhas, em Autoridade tinha seu reino carnal para escravizar vidas mas não sem reino espiritual para liberdade de espírito.



Que venhamos ser diferentes, Receber Jesus como Salvador e expulsar toda escravidão da nossa vida e nos tornamos verdadeiros pastores com amor e determinação para amar e cuidar das almas para o Reino de Deus!

 
Porque, assim como desce a chuva ea neve dos céus, e para lá Tornam não, mas regam a terra, ea fazem o Produzir, e brotar, e dar semente ao semeador, e pão ao que come, Assim será a minha palavra, que sair da minha boca, ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que um enviei.Isaías 55:10,11
Deus vos abençoi a todos.


terça-feira, 15 de dezembro de 2009

TODO CRISTÃO UM DIA PASSARÁ POR 3 FASES:

Um dia ele passará pelo deserto- lugar aonde tudo é dificil, angustia,medo,necessidade de algo , solidão,expectavivas frustradas ,sonhos não realizados,vontadede desistir de tudo .
Um dia ele passará pelo vale-o vale é um lugar de abandono,aonde as pessoas esquecem de vc, no vale vc não tem amigos,não tem parentes,não tem conselheiros;no vale vc aprende estar a sós com Deus-ali vc ora, chora, geme,clama,busca,passa pelo estreito de DEUS,vc aprende a ser obediente,vc luta como jacó lutou
até o dia amanhecer.



Um dia ele estara no monte -no monte tudo é lindo, maravilhoso;no monte ele consegue ver por onde ele passou e então ele glorifica o seu Deus por ter amparado todos aqueles dias;no monte a visão é diferente,ampla,vc olha e diz...verdadeiramente Deus esteve comigo e não me desamparou.

Onde vc está , no deserto ? ou no vale? ou no monte?em qualquer dessas fases, que vc estiver passando saiba que,
Deus é contigo !!!

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

JESUS COMO HOMEM E JESUS COMO DEUS

Jesus-Homem: Teve mãe, mas não teve pai; Jesus-Deus: Teve Pai e não teve mãe;Jesus-Homem: Teve sede; Jesus-Deus: Disse: quem tem sede venha a mim e beba; Jesus-Homem: Teve fome;Jesus-Deus: Disse: eu sou o pão vivo descido do Céu; Jesus-Homem: Recebeu uma coroa de espinhos; Jesus-Deus: Possui uma coroa de ouro; Jesus-Homem: Recebeu o Espírito Santo; Jesus-Deus: Concede o Espírito Santo; Jesus-Homem: Teve cansaço e dormiu no barco; Jesus-Deus: Disse: vinde a mim todos os que estão cansados e oprimidos; Jesus-Homem: Chorou; Jesus-Deus: Disse: Deus enxugará todas as lágrimas; Jesus-Homem: Foi tentado pelo diabo; Jesus- Deus: Esmagará a Satanás; Jesus- Homem: Morou na terra; Jesus-Deus: Mora no Céu. JESUS- HOMEM MORREU;JESUS DEUS AO TERCEIRO DIA RESSUCITOU.

OLHA O QUE DEUS TEM PARA VC

Para um José sonhador:Deus tem uma cadeira de Governador;Para um Jacó que luta com o anjo:Deus tem um novo nome de Vencedor;Para uma Ana perseverante:Deus tem um menino Profeta;Para um Um Davi guerreiro e ungido:Deus tem a pedrinha que nunca Erra;Para um Moisés obediente:Deus tem um cajado que abre o mar;Para três jovens corajasos:Deus tem um passaporte para dentro do fogo passear;Para quem tem sonhos:Deus tem Realização;Para quem tem Fé:Deus tem sua poderosa mão;Para quem tem Esperança:Deus tem honra e Restauração:Para quem luta e não recua:Deus tem vitória certa.E PRÁ VOCÊ...Deus têm a unção de Campeão!beju...

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

A MULHER QUE TOCOU NAS VESTES DE JESUS!

Levítico 15 descreve a situação das pessoas que tinham um fluxo de sangue e as normas relacionadas com esse problema. Devemos dar graças a Deus pela narrativa da mulher com fluxo de sangue encontrada em Mateus, Marcos e Lucas. Será de grande ajuda se o leitor pudesse ler agora o que os três escritores disseram. Pode parecer que existe alguma contradição entre eles, mas na verdade eles se completam (Mt 9.18-26; Mc 5.22-43; Lc 8.40-56). O evangelista Marcos dedicou todo o capitulo 5 para descrever o encontro do Senhor Jesus com três pessoas distintas: o homem de Gadara com a Legião de demônios, Jairo e sua filha e a mulher com o fluxo de sangue. Depois de libertar o homem com a Legião de demônios, o Senhor passa para o outro lado do mar onde grande multidão se aglomera para ouvi-Lo. Chega um homem, chefe da sinagoga, cujo nome era Jairo e Lhe implora para ir e ver sua filha que está para morrer. Jesus se põe a caminho com Jairo e a grande multidão que O apertava, pois todos queriam vê-Lo e estar mais perto dEle.Mas uma certa mulher, cujo nome não é dado e que sofria há doze anos de uma hemorragia (fluxo de sangue), decidiu furar o bloqueio da multidão, a fim de tocar na veste do Senhor. Ela estava em grande desespero, pois tudo o que possuía havia sido gasto com os médicos e eles nada puderam fazer para ela. O pior de tudo é que ela ficava cada vez pior. Mesmo num tal estado de fraqueza por causa da perda de sangue durante doze anos, ela, na sua extrema fraqueza extraiu força (Hb. 11.34) e conseguiu se aproximar do Senhor. Estendeu a mão com determinação e agarrou com firmeza certa parte da veste de Jesus e imediatamente comprovou a cura do seu mal. O Senhor, sentindo que havia saído virtude (dinamis, grego) dEle, disse aos Seus discípulos: “Quem me tocou as vestes?” Sutilmente eles chamam a atenção do Mestre dizendo: “Vês que a multidão Te aperta e perguntas: Quem me tocou?”Mas o Senhor sabia que havia alguém no meio da multidão que havia tocado nEle de forma diferente. Ele estava sendo atropelado e comprimido por todos, mas alguém havia tocado nEle com fé. A mulher, atemorazida, tremula e consciente do que lhe havia acontecido, prostrou-se diante dEle e declarou a verdade, tendo Jairo e a multidão como testemunhas. Nesse momento o Senhor lhe diz: “Filha, a tua fé te salvou; vai-te em paz e fica livre desse teu mal”. As palavras do Senhor Jesus visam corrigir uma certa mistura de fé e superstição que havia na mulher. Ela pensava que precisava tocar na orla das Suas vestes para ser curada.Nesse exato momento chega o mensageiro trazendo a triste notícia do falecimento da filha de Jairo, com a sugestão para não mais incomodar o Mestre. Mas Jesus apenas lhe diz: “Não temas; crê somente”. Era como se Ele lhe dissesse: “Jairo, agarre o exemplo dessa pobre mulher que acabou de ser curada”. E juntos foram para a casa de Jairo onde estava a menina morta. Entrando no quarto junto com Pedro, Tiago, João e os pais, Ele segurou sua mão e lhe disse: “Talitha cumi”, que traduzindo é: “Cordeirinho, levanta-te.” A menina se levantou e Jesus mandou que lhe dessem de comer.Agonia e Felicidade Durante Doze AnosA história de Jairo é interrompida pela história da mulher com o fluxo de sangue. Elas estão entrelaçadas e mesmo havendo contrastes notáveis, a harmonia é ainda mais maravilhosa. A filha de Jairo tinha doze anos e a mulher sofria a doze anos do seu mal; a doença se manifestou quando a menina nasceu. Na casa de Jairo foram doze anos de alegria e felicidade por causa daquela criança querida. Do lado da mulher forma doze anos de tristeza, dor, agonia e solidão. O lar da mulher havia se desintegrado totalmente. Os religiosos da época ensinavam que esse tipo de doença estava relacionado com impureza moral. Por essa razão ela foi excomungada do Templo, da sinagoga e de todo lugar de culto. Podemos dar asas à nossa imaginação e contemplar aquela pobre coitada sozinha em seu caminho. Oh, como ela deve ter sofrido durante aqueles doze anos! Quantas lágrimas ocultas ela não derramou ao ver seus pequenino de longe sem poder se aproximar deles para os tocar, abraçar e beijar.O Toque da Curiosidade e o Agarrar da FéNo fundo do poço, sem qualquer vislumbre de cura, a pobre mulher ouve falar de Jesus. Noticias chegam ao seu coração do poder e da graça misericordiosa do Senhor Jesus. Seu coração se anima e uma pequena fagulha de fé começa a arder em seu coração. Ela se levanta determinada, mas logo encontra o primeiro obstáculo: a grande multidão entre ela e o Senhor. Nesse ponto precisamos lembrar do estado de fraqueza extremo em que ela se achava, pois estava durante doze anos. Ela sabe que precisa furar aquele bloqueio humano e avança pelo meio da multidão. Chegando por detrás do Senhor, estende sua mão e segura sua veste com determinação. Sua fé débil e com mistura a põe em contato com o Senhor da Vida. Jesus sente que dEle saiu poder e entrou em alguém no meio da multidão. Portanto transmitir aos Seus discípulos uma profunda lição do mundo espiritual, Ele lhes pergunta: “Quem me tocou?” Usando apenas o raciocínio humano eles devolvem a pergunta dizendo: “A multidão Te aperta e perguntas: Quem me tocou?” O Sr. Campbell Morgan escreveu sobre o verbo tocar dizendo: “O que ela fez?” Temos lido durante toda a nossa vida que ela tocou na orla das Suas vestes. Ora, na verdade a palavra tocou não traduz precisamente o pensamento do verbo Grego; ela fez mais do que tocar: ela agarrou. Nos aproximamos do sentido do verbo se usarmos a palavra agarrou. Ela não esticou apenas a sua mão para tocar nEle; ela pegou algo” (Gospel of Luke, pág.166). Os verbos “apertar” e “tocar” também são diferentes no Grego. A multidão apertava e atropelava o Senhor, movida apenas pela curiosidade; a mulher agarrou a orla da Sai veste com firmeza e determinação. Ela sabia qual era o desejo e que em Jesus estava a fonte de toda a graça e poder.A Fé Com Mistura Despertando a Fé GenuínaEnquanto o Senhor Jesus atendia a mulher; chega a notícia do falecimento da filha de Jairo. Outros da sua casa que não tinham a fé a aconselham: “Porque ainda incomodas o Mestre? Sua filha morreu; acabou! Ele podia cura-la como curou esta mulher; mas agora ela está morta. Acabou!” Imagino que nesse momento a fé de Jairo estremeceu, seu amor ficou ferido e sua esperança demolida. Pouco antes ele havia dito: “Rogo-Te que venhas e imponhas as mãos para que sare e viva” (Mc. 5.23). Agora podemos entender porque Jesus insistiu para que a pessoa curada se apresentasse publicamente. Ela tinha fé, sem dúvida, mas alguns acreditam que havia uma certa mistura de superstição em sua atitude de querer tocar as vestes de Jesus. Foi isso que Jesus lhe disse que ala havia sido curada pela fé e não por ter tocado em Sua veste. De certa forma, Suas palavras “filha, a tua fé te salvou”, foram repetidas a Jairo. Ele pensava que a filha precisava estar viva para ser curada, mas não morta para ser ressuscitada. Agora Jesus lhe diz: “Não temas: crê somente”. O Senhor usou a mulher com sua fé misturada para despertar a fé genuína em Jairo, não para ver sua filha apenas curada, mas ressuscitada.Os Dois Toques de MãoNosso texto diz que a mulher pretendia tocar a veste de Jesus, isto é, qualquer parte dela. Tal tradução nos permite ver sua real intenção e as serias implicações desse ato, visto que sua condição era a de uma pessoa considerada imunda. O primeiro toque de mãos é mencionado por Jairo: “Rogo-Te que venhas e impõe-lhe a tua mão e ela viverá” (Mt 9:18). Marcos e Lucas dizem que ela estava viva e Mateus diz que ela acabara de falecer. Não há contradição nos fatos: Mateus inicia sua narrativa depois da chegada do mensageiro que trouxe a noticia do falecimento da menina. Jairo certamente repetiu seu convite a Jesus depois de ouvir. Suas palavras: “Não temas; crê somente” (Mc. 5.36). No primeiro convite a menina estava viva e no segundo ela já estava morta.Os dois acontecimentos nos mostram um toque de mãos limpas e um toque de mãos impuras. A imposição das mãos de Jesus comunicava vida, cura, purificação, conforme aconteceu com o leproso (Mt. 8.3); mas o toque da mulher transmitia contaminação. A cama onde ela se deitava, o lugar onde se assentava e tudo o que entrasse em contato com ela se tornava imundo até à tarde (Lv. 15.25-27). Pense bem na decisão que ela tomou: tocar na veste de Alguém reconhecido pela multidão como sendo um homem santo, um profeta ou mesmo o Messias de Israel. Ser tocado por ela significava se tornar imundo, mas não no caso de Jesus. O inverso aconteceu: dEle saiu virtude, poder, cura e libertação para a pobre mulher.O Cordão Azul – Pureza CelestialDepois dessa caminhada com os personagens da nossa história, creio que estamos em condições de compreender claramente o que significa para aquela mulher; tocar nas vestes de Jesus. Duas palavras gregas são usadas por Mateus e Lucas: “rimatiou” (veste) e “kraspedou” (orla, da veste, naturalmente). Marcos omite a segunda (kraspedou) da veste de Jesus. Essa palavra traz em si uma tremenda verdade mas oculta aos nossos olhos. O significado está no livro de Números. “Disse mais o Senhor a Moises: Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes que façam para si franjas (orla, kraspedou) nas bordas das suas vestes, pelas suas gerações; e que ponham nas franjas das bordas um cordão (ou laço) azul” (15.37,38). Sendo um israelita fiel que guardava todos os preceitos da lei, Jesus sem duvida tinha esta franja em Sua veste, e nela o cordão azul. Mateus e Lucas registram que a mulher queria agarrar exatamente a franja onde estava o cordão azul.Mas qual era o significado do “cordão azul?” Precisamos continuar lendo o texto de Números: “Tê-lo-eis nas franjas, para que o vejais e vos lembreis de todos os mandamentos do Senhor e os observeis; e para que não vos deixeis arrastar à infidelidade, pelo vosso coração ou pela vossa vista, como antes fazíeis; para que vos lembreis de todos os mandamentos e os observeis e sejais santos com o vosso Deus” (15.39,40). Aqui temos algo que só a mente espiritual pode interpretar. A finalidade do cordão azul era lembrar ao israelita fiel “todos os mandamentos do Senhor”, visando observa-los. O Senhor sabia que eles podiam ser arrastados para a “infidelidade”, e a franja na orla da veste com o cordão azul estaria sempre diante dos seus olhos.Literalmente, a palavra “franja” é “flor” e vem de uma raiz no hebraico cujo sentido é “brilhar”. Ela aparecia também na lâmina de ouro na testa do Sumo Sacerdote: “Também farás uma lâmina de ouro puro e nela gravarás como a gravura de um selo: Santo ao Senhor: Pó-la-ás em um cordão azul, de maneira que esteja na mitra; bem na frente da mitra estará. E estará sobre a testa de Arão...” (Ex. 28.36-38). Certamente isto não é uma semelhança acidental, pois a mitra do Sumo Sacerdote mostra que a santidade é a coroa das vestes; o cordao azul, símbolo daquilo que é celestial, no mostra que o celestial é santidade. O cordão azul era colocado nas franjas e está claro que sua localizações era na barra da veste. A franja quase tocava o chão e fazia separação entre o que é terreno e o que é celestial. Paulo lança luz sobre isso ao dizer: “Assim como trouxemos a imagem do terreno, devemos trazer também a imagem do celestial” (1Co. 15.49). O Terreno é Adão e o Celestial é Cristo. O cordão azul na orla da veste simbolizava Aquele que é Celestial, e funcionava como uma barreira para impedir a invasão da velha criação. A flor (ou, franja) pode muito bem simbolizar a “beleza da santidade”.Agora podemos compreender o que estava no coração daquela mulher. Ela conhecia o significado do cordão azul e viu na Pessoa de Jesus a realidade espiritual daquele símbolo. Ele era “celestial” e nela se manifestava o que era “terreno”. Ela sabia também que seu toque tornava uma pessoa contaminada, mas no caso de Jesus ela viu que seu toque nunca poderia contaminar Aquele que não pode ser contaminado; pelo contrário, a virtude, o poder; o dinamis da Vida de Ressurreição passaria dEle para ela e estancaria num instante o seu mal. Embora estivesse sofrendo por causa da impureza moral, ela, sem dúvida, era tratada como tal; e para nós que vivemos na era da graça, seu mal simboliza as contaminações da nossa natureza caída.O Pecado Oculto e os Recursos NaturaisQuantos filhos de Deus passa a vida inteira tentando vencer algum tipo de pecado só conhecido deles mesmos. Eles amam ao Senhor e à Sua Palavra e têm uma vida digna diante dos irmãos e do mundo. Sua vida parece ser de vitória em Cristo, mas no intimo deles existe algo que abate e envergonha. Pode ser um tipo de pecado que está apegado a eles durante toda a caminhada cristã e que os leva a gasta todas as suas forças e recursos, no desejo sincero de solucionar o problema. Mas a luta de nada adianta e as coisas chegam a piorar. Não foi exatamente isso que a mulher experimentou? Ela “tinha sofrido bastante nas mãos de muitos médicos, e tendo gastado tudo quanto possuía de nada lhe aproveitou, antes indo a pior” (Mc.5.26). Quantos médicos você já consultou? Quantos irmãos e irmãs abençoados você procurou, quantas conferências especiais assistiu, quantos escritos de vida vitoriosa você leu, quanto jejuou, quantos votos de consagração você fez, quantas orações ofereceu, e tudo sem qualquer solução. Sabe onde está o motivo de tal fracasso? Na esperança de vencer a carne com a carne, a velha natureza com a velha natureza.A experiência da mulher simboliza a experiência de Paulo em Romanos sete. Ele queria fazer o bem, mas sempre fazia o mal. O querer estava nele, mas não o efetuar. Foi aí que Paulo descobriu haver nele, uma “lei” chamada “lei do pecado e da morte”. Depois de gastar tudo quanto tinha, ele descobriu que só uma Pessoa podia livrá-lo: “Quem me livrará desse corpo de morte?” (Rm.7.24). Aí seus olhos foram abertos: “Graças a Deus (é) por Jesus Cristo nosso Senhor” (7.25a). Só o Senhor Jesus podia liberta-lo daquele cadáver do velho homem. Oh, como carecemos da revelação do Espírito Santo nessa questão da manifestação da velha criação em nós! Como carecemos de uma revelação completa de Romanos, seis, sete e oito.O Endemoniado, a Mulher e a MeninaMarcos, como já dissemos, relatou o encontro de Jesus com os três personagens acima. Ele usou todo o capitulo para registrar o que aconteceu. Existe realmente um grande perigo em se tentar espiritualizar tudo o que lemos na Bíblia, entretanto, acredito que em alguns lugares isso é permitido e tão evidente que não podemos negá-lo. Este é o caso de Marcos cinco. No parágrafo anterior, terminamos dizendo que carecemos de uma revelação completa de Romanos seis e oito. E o que temos nestes três capítulos? A libertação do domínio do pecado (6), a libertação da lei (7) e a libertação da morte (8).a) O Endemoniado – Romanos 6O endemoniado nos mostra claramente o domínio completo do pecado, manifestado na deterioração total daquele ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus. Depois de quebrado o domínio de Satanás, nós o encontramos “sentado, vestido e em perfeito juízo” (Mc.5.15). Não é este um retrato incontestável de alguém que foi livrado do domínio do pecado? Estar “sentado” indica descanso e paz; o “perfeito juízo” indica a mente renovada e sob o controle do Espírito Santo; o “vestido” aponta para uma nova conduta de vida.b) A Mulher com o Fluxo de Sangue – Romanos 7No caso da mulher com o fluxo temos a manifestação da nossa forca natural, visando solucionar o problema do fracasso espiritual. Ela gastou tudo o que possuía, sem nada aproveitar. Romanos sete mostra que devemos ser libertados da Lei. A Lei é a exigência de Deus sobre a nossa carne, e Deus a usa para revelar a nossa total incapacidade em obedecê-Lo. Ela é comparada a um marido severo que exige muito da esposa, mas nada faz para ajuda-la. Ele só a condena por seus erros. Romanos sete nos mostra Paulo gastando tudo quanto possuía, visando estancar aquela hemorragia da natureza caída. Mas tanto a mulher como Paulo encontraram a libertação no poder da vida de ressurreição do Senhor Jesus.c) A Filha de Jairo – Romanos 8A filha de Jairo manifesta o poder da morte secando e drenando tudo o que é atrativo e lindo. Na flor da idade, aos doze anos, quanto estava para entrar na adolescência da vida, a menina seca e morre. Ela representa a operação da “lei do pecado e da morte”. Não acontece assim com os cristãos? Estamos no desabrochar das afeições pelo Senhor Jesus, com nossos corações transbordando de afeto e gratidão e repentinamente vem o sopro da morte. O que é morte? É o estado de fraqueza em seu estágio final. Como foi quebrado o poder da morte na vida daquela menina? Pela Palavra de vida que saiu da boca do Senhor Jesus: “As minhas palavras (rhema) são espírito e vida” (Jo.6.63b); “Nem só de pão o homem viverá, mas de toda a palavra (rhema) que procede da boca de Deus” (Mt.4.4). Aqui temos Romanos oito: “Porque a Lei do Espírito e da Vida em Cristo Jesus te livrou da Lei do Pecado e da Morte” (v.2). As Palavras que saem da boca do Senhor Jesus são espírito e vida e esta é uma lei divina que produz sempre o mesmo resultado.Verdadeiramente “grande” é a salvação que o Senhor Jesus nos deu (Hb.2.2). Ele nos liberta da culpa e do domínio do pecado, das exigências da lei quanto aos nosso fracassos e da operação da lei da morte. Graças a Deus por Sua obra maravilhosa e completa através de Jesus, demonstrada na vida do endemoniado, da mulher com o fluxo de sangue e da filha de Jairo. Que quadro sublime e tocante do grande amor e compaixão do nosso grande Sumo Sacerdote. Como somos encorajados prosseguir seguindo o Capitão da nossa salvação, pois sabemos que “Aquele que começou em vós a boa obra, há de aperfeiçoá-la até o dia de Cristo Jesus” (Fl.1.6), pois Ele “pode salvar completamente os que por Ele se chegam a Deus, porquanto vive para interceder por eles” (Hb 7.25). Glórias e Aleluias ao nosso Senhor!Unidas Pelos Laços do CalvárioNão sabemos se a mulher depois de ser curada por Jesus seguiu até à casa de Jairo com a multidão, todavia acho improvável que isso tenha acontecido. A pobre mulher, curada do seu mal, deve ter desejado ardentemente contemplar o que o Príncipe da Vida faria diante da realidade da morte. Eu acredito que ela foi até a casa de Jairo e contemplou com seus próprios olhos o momento em que Jesus entregou a menina de volta aos seus pais, viva e em condições de ser alimentada.Com todo o respeito pelo texto sagrado e com a sua permissão e compreensão, gostaria de dar asas à minha imaginação e descrever o que penso ter acontecido entre a mulher e a menina. A mulher tinha idade para ser mãe dela e certamente uma profunda amizade nasceu entre ela e a família de Jairo. Não deveríamos ficar espantados se encontrássemos as duas andando de mãos dadas e compartilhando suas experiências de cura e ressurreição. Creio que a conversa delas seria assim:“Minha querida menina, quando você nasceu há doze anos atrás, apareceu em mim um fluxo de sangue, uma hemorragia crônica. Segundo a lei do Senhor eu tive que ser separada de tudo e de todos. Perdi o contato com meu marido, filhos, parentes e amigos; não pude mais freqüentar o Templo. O pior de tudo é que os lideres religiosos julgavam que eu havia cometido algum tipo de pecado moral (assim pensavam os religiosos daquela época) por causa do lugar onde o mal me apareceu. Passei todo esse tempo sozinha e muitas vezes parei em frente da sua casa e, do lado de fora, ouvi risos e gargalhadas dos seus pais brincando com você. Derramei tantas lagrimas que meus olhos pareciam mais uma fonte. Sua casa experimentou doze anos de alegria e felicidade; eu provei doze anos de dor, tristeza, agonia e solidão. Mas um dia encontrei o Senhor, o Celestial, Aquele representado pelo Cordão Azul mencionado no Livro de Números. Ele era a solução para o meu problema. Enfrentei a multidão que O cercava, me arrastei e fui até perto dEle, e ao tocar na orla das Suas vestes, na franja onde havia o cordão azul, fui imediatamente curada. Mas logo chegou alguém trazendo a noticia de que você havia morrido; de certo modo me senti culpada, pois seu pai, Jairo, estava naquele momento suplicando a Jesus que fosse à sua casa para te curar. Eu atrasei a ida do Senhor até você e então a morte te levou. Fiquei profundamente abalada, embora felicíssima com minha cura. Mas que alegria senti quando ouvi o Senhor dizer a seu pai: ‘Não temas; crê somente´. Em seguida fomos à sua casa, junto com os discípulos Pedro, Tiago e João, Jesus voltou logo do seu quarto de mãos dadas com você e mandou que te dessem de comer (Lc.8.55). Não tenho palavras para descrever o jubilo que explodiu dentro da sua casa, no coração dos seus pais, no meu coração e de todas os que ali se encontravam! Glória a Deus!”Creio que a partir daquele momento uma linda amizade nasceu entre aquelas duas famílias. Aquela mulher conhecia as Escrituras (Nm.15.37-41) e fez uso delas para receber a cura do seu mal. Tudo indica que a menina também cria no Senhor, pois Ele disse que ela não estava “morta”, mas que “dormia” (Mc.5.39). Essa expressão é usada apenas para os que morrem em Cristo. Lázaro, Estevão e os irmãos da igreja em Tessalônica dormiram em Cristo. Sem sobra de dúvida, podemos crer que as duas famílias, dali em diante, foram unidas pelos Laços do Calvário!Um Dueto Sobre a Graça de DeusPermita-me continuar dando asas à minha imaginação, no que penso ter acontecido com a mulher e a menina. Já vimos que a mulher conhecia bem a Palavra de Deus e que a menina possuía a vida eterna antes de morrer, pois Jesus disse que ela estava dormindo. A menina foi levantada da morte e a mulher foi curada da sua enfermidade. No Livro dos Salmos encontramos um capitulo que descreve de modo maravilhoso a experiência dessas dias vidas: Salmos 103. Imaginemos a mulher e a menina andando lado a lado e recitando as palavras desse Salmo da seguinte forma:As Duas:“Bendize ó minha alma ao Senhor , e tudo o que há em mim bendiga ao Seu santo Nome... E não te esqueças de nenhum dos Seus benefícios. É Ele quem perdoa todas as tuas iniqüidades” (vs.1-3a)A Mulher:“É Ele quem sara todas as suas enfermidades” (v.3b)A Menina:“É Ele quem redime a tua vida da sepultura” (v.4a)A Mulher:“É Ele quem te coroa de benignidade e de misericórdia” (v.5)A Menina:“É Ele quem te supre de todo bem, de sorte que a tua mocidade se renova como a da águia” (v.5)As Duas:“O Senhor executa atos de justiça e juízo a favor de todos os oprimidos; compassivo e misericordioso é o Senhor; tardio em irar-se e grande em benignidade” (vs.6-8)A Mulher:“Não nos trata segundo os nossos pecados, nem nos retribui segundo as nossas iniqüidades. Pois quanto o céu está elevado acima da terra, assim é grande a sua benignidade para com todos os que o temem. Quanto o oriente está longe do ocidente, tanto tem Ele afastado de nós as nossas transgressões (vs.10-12)”A Menina:“Como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor se compadece daqueles que O temem. Pois Ele conhece a nossa estrutura; lembra-se que somos pó. Quanto ao homem, os seus dias são como a erva; como a flor do campo, assim ele floresce. Pois, passando por ela o vento, logo se vai, e o seu lugar não a conhece mais. Mas é de eternidade a eternidade a benignidade do Senhor sobre aqueles que O temem, e a Sua justiça sobre os filhos dos filhos, sobre aqueles que guardam o Seu pacto, e sobre os que se lembram dos Seus preceitos para os cumprirem” (vs.13-18)As Duas:“O Senhor estabeleceu o Seu trono nos céus e o Seu reino domina sobre tudo. Bendizei ao Senhor vós anjos Seus, poderosos em força, que cumpris as Suas ordens obedecendo à voz da Sua Palavra! Bendizei ao Senhor, vós todos os Seus exércitos, vós ministros Seus que executais a Sua vontade! Bendizei ao Senhor, vós todas as Suas obras, em todos os lugares do Seu domínio! Bendizei ó minha almaA Mulher:“É Ele quem sara todas as suas enfermidades” (v.3b)A Menina:“É Ele quem redime a tua vida da sepultura” (v.4a)A Mulher:“É Ele quem te coroa de benignidade e de misericórdia” (v.5)A Menina:“É Ele quem te supre de todo bem, de sorte que a tua mocidade se renova como a da águia” (v.5)As Duas:“O Senhor executa atos de justiça e juízo a favor de todos os oprimidos; compassivo e misericordioso é o Senhor; tardio em irar-se e grande em benignidade” (vs.6-8)A Mulher:“Não nos trata segundo os nossos pecados, nem nos retribui segundo as nossas iniqüidades. Pois quanto o céu está elevado acima da terra, assim é grande a sua benignidade para com todos os que o temem. Quanto o oriente está longe do ocidente, tanto tem Ele afastado de nós as nossas transgressões (vs.10-12)”A Menina:“Como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor se compadece daqueles que O temem. Pois Ele conhece a nossa estrutura; lembra-se que somos pó. Quanto ao homem, os seus dias são como a erva; como a flor do campo, assim ele floresce. Pois, passando por ela o vento, logo se vai, e o seu lugar não a conhece mais. Mas é de eternidade a eternidade a benignidade do Senhor sobre aqueles que O temem, e a Sua justiça sobre os filhos dos filhos, sobre aqueles que guardam o Seu pacto, e sobre os que se lembram dos Seus preceitos para os cumprirem” (vs.13-18)As Duas:“O Senhor estabeleceu o Seu trono nos céus e o Seu reino domina sobre tudo. Bendizei ao Senhor vós anjos Seus, poderosos em força, que cumpris as Suas ordens obedecendo à voz da Sua Palavra! Bendizei ao Senhor, vós todos os Seus exércitos, vós ministros Seus que executais a Sua vontade! Bendizei ao Senhor, vós todas as Suas obras, em todos os lugares do Seu domínio! Bendizei ó minha alma ao Senhor!” (vs.19-22)Extraído do Livro – Levítico Vol. 1 – A Imagem do Terreno e a Imagem do Celestial

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

SOU UMA VOZ QUE CLAMA NO DESERTO




JA QUE VC NÃO É ELIAS E NEN JEREMIAS , NEN O MESSIAS , POR QUE BATIZAS? E QUEM É VC? EU SOU APENAS UMA VOZ QUE ECOA NO DESERTO.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

terça-feira, 3 de novembro de 2009


A Passagem...


Conta-se que no século passado, um turista americano foi à cidade do Cairo, no Egito, com o objectivo de visitar um famoso sábio.O turista ficou surpreso ao ver que o sábio morava num quartinho muito simples e cheio de livros. As únicas peças de mobília eram uma cama, uma mesa e um banco.
- Onde estão seus móveis? - perguntou o turista.
E o sábio, bem depressa, perguntou também:- E onde estão os seus...?
- Os meus?! - surpreendeu-se o turista - Mas eu estou aqui só de passagem!
- Eu também... - concluiu o sábio - a vida na Terra é somente uma passagem... No entanto, alguns vivem como se fossem ficar aqui eternamente e esquecem-se de ser felizes...Conta-se que no século passado, um turista americano foi à cidade do Cairo, no Egito, com o objectivo de visitar um famoso sábio.O turista ficou surpreso ao ver que o sábio morava num quartinho muito simples e cheio de livros. As únicas peças de mobília eram uma cama, uma mesa e um banco.
- Onde estão seus móveis? - perguntou o turista.
E o sábio, bem depressa, perguntou também:- E onde estão os seus...?
- Os meus?! - surpreendeu-se o turista - Mas eu estou aqui só de passagem!
- Eu também... - concluiu o sábio - a vida na Terra é somente uma passagem... No entanto, alguns vivem como se fossem ficar aqui eternamente e esquecem-se de ser felizes...
Lucian Lima

O nosso pior inimigo


Era uma vez, uma jovem chamada Lin, que se casou e foi viver com o marido para casa da sogra.Depois de algum tempo, começou a ver que não se adaptava à sogra.Os temperamentos eram muito diferentes e Lin cada vez se irritava mais com os hábitos e costumes da sogra, que criticava cada vez com mais insistência.Com o passar dos meses, as coisas forma piorando, a ponto de a vida se tornar insuportável. No entanto, segundo as tradições antigas da China, a nora tem que estar sempre ao serviço da sogra e obedecer-lhe em tudo.Mas Lin, não suportando por mais tempo a ideia de viver com a sogra, tomou a decisão de ir consultar um Mestre, velho amigo do seu pai.Depois de ouvir a jovem, o Mestre Huang pegou num ramalhete de ervas medicinais e disse-lhe:- "Para te livrares da tua sogra, não as deves usar de uma só vez, pois isso poderia causar suspeitas. Vais misturá-las com a comida, pouco a pouco, dia após dia, e assim ela vai-se envenenando lentamente. Mas, para teres a certeza de que, quando ela morrer, ninguém suspeitará de ti, deverás ter muito cuidado em tratá-la sempre com muita amizade. Não discutas e ajuda-a a resolver os seus problemas."Lin respondeu:- "Obrigado, Mestre Huang, farei tudo o que me recomenda".Lin ficou muito contente e voltou entusiasmada com o projecto de assassinar a sogra.Durante várias semanas, Lin serviu, dia sim dia não, uma refeição preparada especialmente para a sogra. E tinha sempre presente a recomendação de Mestre Huang para evitar suspeitas: controlava o temperamento, obedecia à sogra em tudo e tratava-a como se fosse a sua própria mãe.Passados seis meses, toda a família estava mudada. Lin controlava bem o seu temperamento e quase nunca se aborrecia. Durante estes meses, não teve uma única discussão com a sogra, que também se mostrava muito mais amável e mais fácil de tratar com ela. As atitudes da sogra também mudaram e ambas passaram a tratar-se como mãe e filha.Certo dia, Lin foi procurar o Mestre Huang, para lhe pedir ajuda e disse-lhe:- "Mestre, por favor, ajude-me a evitar que o veneno venha a matar a minha sogra. É que ela transformou-se numa mulher agradável e gosto dela como se fosse a minha mãe. Não quero que ela morra por causa do veneno que lhe dou."Mestre Huang sorriu e abanou a cabeça:- "Lin, não te preocupes. A tua sogra não mudou. Quem mudou foste tu. As ervas, que te dei, são vitaminas para melhorar a saúde. O veneno estava nas suas atitudes, mas foi sendo substituído pelo amor e carinho que lhe começaste a dedicar. "Na China, há um provérbio que diz:"A pessoa que ama os outros também será amada".Os árabes têm outro que diz:"O nosso inimigo não é aquele que nos odeia, mas aquele que nós odiamos."E o nosso Fernando Pessoa lá vai avisando que "é em nós que é tudo!..."
(Autor desconhecido)Era uma vez, uma jovem chamada Lin, que se casou e foi viver com o marido para casa da sogra.Depois de algum tempo, começou a ver que não se adaptava à sogra.Os temperamentos eram muito diferentes e Lin cada vez se irritava mais com os hábitos e costumes da sogra, que criticava cada vez com mais insistência.Com o passar dos meses, as coisas forma piorando, a ponto de a vida se tornar insuportável. No entanto, segundo as tradições antigas da China, a nora tem que estar sempre ao serviço da sogra e obedecer-lhe em tudo.Mas Lin, não suportando por mais tempo a ideia de viver com a sogra, tomou a decisão de ir consultar um Mestre, velho amigo do seu pai.Depois de ouvir a jovem, o Mestre Huang pegou num ramalhete de ervas medicinais e disse-lhe:- "Para te livrares da tua sogra, não as deves usar de uma só vez, pois isso poderia causar suspeitas. Vais misturá-las com a comida, pouco a pouco, dia após dia, e assim ela vai-se envenenando lentamente. Mas, para teres a certeza de que, quando ela morrer, ninguém suspeitará de ti, deverás ter muito cuidado em tratá-la sempre com muita amizade. Não discutas e ajuda-a a resolver os seus problemas."Lin respondeu:- "Obrigado, Mestre Huang, farei tudo o que me recomenda".Lin ficou muito contente e voltou entusiasmada com o projecto de assassinar a sogra.Durante várias semanas, Lin serviu, dia sim dia não, uma refeição preparada especialmente para a sogra. E tinha sempre presente a recomendação de Mestre Huang para evitar suspeitas: controlava o temperamento, obedecia à sogra em tudo e tratava-a como se fosse a sua própria mãe.Passados seis meses, toda a família estava mudada. Lin controlava bem o seu temperamento e quase nunca se aborrecia. Durante estes meses, não teve uma única discussão com a sogra, que também se mostrava muito mais amável e mais fácil de tratar com ela. As atitudes da sogra também mudaram e ambas passaram a tratar-se como mãe e filha.Certo dia, Lin foi procurar o Mestre Huang, para lhe pedir ajuda e disse-lhe:- "Mestre, por favor, ajude-me a evitar que o veneno venha a matar a minha sogra. É que ela transformou-se numa mulher agradável e gosto dela como se fosse a minha mãe. Não quero que ela morra por causa do veneno que lhe dou."Mestre Huang sorriu e abanou a cabeça:- "Lin, não te preocupes. A tua sogra não mudou. Quem mudou foste tu. As ervas, que te dei, são vitaminas para melhorar a saúde. O veneno estava nas suas atitudes, mas foi sendo substituído pelo amor e carinho que lhe começaste a dedicar. "Na China, há um provérbio que diz:"A pessoa que ama os outros também será amada".Os árabes têm outro que diz:"O nosso inimigo não é aquele que nos odeia, mas aquele que nós odiamos."E o nosso Fernando Pessoa lá vai avisando que "é em nós que é tudo!..."

(Autor desconhecido)

O que a gente pode e não pode....


A gente podeMorar numa casa mais ou menosNuma rua mais ou menosNuma cidade mais ou menosE, até, ter um governo mais ou menosA gente podeDormir numa cama mais ou menosComer um feijão mais ou menosTer um transporte mais ou menosE, até, ser obrigado a acreditar, mais ou menos, no futuroA gente podeOlhar em volta e sentir que está tudo mais ou menosTudo bemO que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhumÉ amar mais ou menosÉ sonhar mais ou menosÉ ser amigo mais ou menosÉ namorar mais ou menosÉ ter fé mais ou menosSe não a genteCorre o risco de se tornar Numa pessoa mais ou menos...
A gente pode Morar numa casa mais ou menos Numa rua mais ou menos Numa cidade mais ou menos E, até, ter um governo mais ou menos A gente pode Dormir numa cama mais ou menos Comer um feijão mais ou menos Ter um transporte mais ou menos E, até, ser obrigado a acreditar, mais ou menos, no futuro A gente pode Olhar em volta e sentir que está tudo mais ou menos Tudo bem O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum É amar mais ou menos É sonhar mais ou menos É ser amigo mais ou menos É namorar mais ou menos É ter fé mais ou menos Se não a gente Corre o risco de se tornar Numa pessoa mais ou menos...

sexta-feira, 10 de julho de 2009

O PLANTADOR DE CARVALHOS




Um jovem viajante explorava terras francesas quando encontrou uma vasta área de terra estéril. Era desoladora. Sombria. Era feia. Era o tipo de lugar de onde você se apressaria em fugir.
Então, repentinamente, o jovem viajante percebeu um velho senhor, curvado no meio daquele vasto deserto. Nas costas o homem levava um saco cheio de sementes. Na mão ele tinha um comprido cano de ferro. O homem usava o cano de ferro para furar buracos no chão. Então ele retirava uma semente do saco e a colocava no buraco.
Curioso, o jovem perguntou: - O que o senhor está fazendo em terra tão desoladora? - Meu jovem, planto sementes de carvalho. Já plantei mais de 100.000 sementes. Talvez apenas um décimo delas crescerá. O velho homem ainda explicou que sua esposa e único filho tinham morrido e esta era a forma que escolhera para passar seus anos finais- Quero fazer algo útil,-ele disse. O jovem, duvidando da "utilidade" daquele trabalho todo, se despediu e partiu. Vinte e cinco anos mais tarde, o agora não tão jovem viajante retornou à mesma área desolada. O que viu o surpreendeu. Ele não podia acreditar nos próprios olhos. A terra estava coberta por uma bela floresta. Pássaros cantavam, animais pulavam e flores selvagens perfumavam o ar. O viajante ficou um bom tempo por ali, sentado e lembrando a desolação que uma vez existiu onde agora havia uma bela floresta de carvalho - Só porque alguém se importou em fazer algo de útil.CONCLUSÃO: O que temos feito de nossa vida? Será que temos realizado algo útil para nosso próximo e principalmente para o reino de Deus? A terra árida tem estado em muitos corações, ou seja, a maioria das pessoas tem sido inútil para os outros e para Deus. Que possamos ser plantadores de sonhos, de verdade, de liberdade. Façamos a diferença.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

AS TREIS PENERAS!!

As três peneiras


Um rapaz procurou Sócrates e disse que precisava contar-lhe algo.
Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou:
- O que você vai me contar já passou pelas três peneiras?
- Três peneiras?
- Sim. A primeira peneira é a VERDADE. O que você quer contar dos outros é um fato? Caso tenha ouvido contar, a coisa deve morrer aí mesmo. Suponhamos então que seja verdade.
Deve então passar pela segunda peneira: a BONDADE. O que você vai contar é coisa boa? Ajuda a construir ou destruir o caminho, a fama do próximo?
Se o que você quer contar é verdade e é coisa boa, deverá passar pela terceira peneira: a NECESSIDADE. Convém contar? Resolve alguma coisa? Ajuda a comunidade? Pode melhorar o planeta e, arremata Sócrates:
-Se passar pelas três peneiras, conte! Tanto eu, você e seu irmão nos beneficiaremos. Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e levar discórdia entre irmãos, colegas do planeta.
Devemos ser sempre a estação terminal de qualquer comentário infeliz.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

sexta-feira, 3 de abril de 2009